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Por que, quando se ouve uma música, nem sempre a impressão de sua duração coincide com a duração cronológica? Quais seriam os motivos de o tempo, às vezes, parecer contínuo e, em outras, suspenso? Por acaso, nossas concepções de mundo alterariam as obras e estas, por sua vez, nossa visão? A partir de perguntas como estas, o autor inicia sua viagem no tempo musical e penetra, paulatinamente, as entranhas deste instigante universo da escuta.
Editora: VIA LETTERA
Por que, quando se ouve uma música, nem sempre a impressão de sua duração coincide com a duração cronológica? Quais seriam os motivos de o tempo, às vezes, parecer contínuo e, em outras, suspenso? Por acaso, nossas concepções de mundo alterariam as obras e estas, por sua vez, nossa visão? A partir de perguntas como estas, o autor inicia sua viagem no tempo musical e penetra, paulatinamente, as entranhas deste instigante universo da escuta.
Adotando uma perspectiva teórica baseada, por um lado, nas filosofias de Bergosn, Bachelard, Santo Agostinho e, por outro, nas concepções históricas, sociais e estéticas do Romantismo, o livro aborda a questão do tempo na linguagem musical do ocidente, tendo como foco principal de análise das peças curtas da geração de Beethoven, Schubert, Schumann, Chopin e Mendelsshon.